Abraham-Louis Buvelot

Vaud, Suíça. 1814–1888

Com obras espalhadas em museus da Suíça, Estados Unidos e Austrália, o litógrafo, pintor e artista plástico suíço Louis Buvelot viveu no Brasil entre 1835 e 1852. Depois de se estabelecer no Rio de Janeiro, o artista retratou as paisagens de plantações de café, tabaco e banana – principalmente de fabricantes suíços.

 

Nascido em 3 de março de 1814, no Cantão de Vaud, deixou sua cidade natal em 1830 e foi estudar desenho em Lausanne.

 

Em 1834, consta-se que passou sete meses em Paris, antes de ir, em 1835, para a Bahia, onde seu tio François Buvelot tinha uma fazenda de café na Colônia Leopoldina (1818).

 

Ao chegar ao Rio de Janeiro, em 1840, registrou-se profissionalmente como “artista” e contribuiu para várias exposições da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro.

 

Em 1942, junto com o pintor francês Auguste Moreau, Buvelot produziu uma série de doze litografias do Rio de Janeiro. Outras seis paisagems foram adicionadas em 1844 e publicadas no Rio, pela Heaton & Rensberg, sob o título Rio de Janeiro Pitoresco.

 

Por volta de 1845, montou um estúdio fotográfico, no qual fazia retratos com daguerrótipo. Entre 1849 e 1851, ele foi empregado por Dom Pedro II para fazer fotografias do imperador no seu reinado em Petrópolis.

 

Casou-se com Marie-Felicité, nascida em Paris, e no começo de 1852 voltaram para a Suíça.

 

Foi morar na Austrália em 1864, país em que continuou produzindo suas pinturas e onde faleceu, em 30 de maio de 1888.

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